Ano Novo, Vírus Velho

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Por Antonio Rodríguez*

2021 chegou
Oficialmente
Em todos os Fusos Horários.

Não temos mais vestígios de 2020
E não conheço alguém
Que olhe para trás com saudades dele.



Embora você seja positivo
Todos temos que concordar
2020 é um ano condenado aos livros de história
Não às nossas boas memórias.


2021 chega com uma missão
A Vacina
Apenas ela interessa em 2021
É por ela que sobrevivemos à 2020.

Se as cores têm significado
Todas elas clamaram por vacinas
Se verde é Esperança
A esperança de 2021 é a vacina.
Se azul é Prosperidade
Nossa prosperidade é a vacina.
Se vermelho é Amor
A vacina é amar livremente.
Se amarelo é Riqueza
Vacinar-se é poder gastá-lo livremente.
Se branco é Paz
A vacina é a nossa paz.

De verdade.

Que esse seja um ano de realizações
Conquistas e sonhos
Alegrias sem fim
E que 2022 chegue
Com uma aglomeração gigante.

É isso, 2020 chegou ao seu fim de um jeito atípico, sem aglomerações (eu espero) e sem nenhum dos grandes shows de luzes que já eram um costume. E todos concordam que até as onze horas de ontem a noite ainda parecia que era só mais um dia normal, sem nenhum espírito de mudança nem tanta fé em um ano melhor. Sinceramente, se já não for um 2020 parte 2 ou um 2020 2.0 todos já estamos realizados.
Mas eu desejo tudo de melhor a todos vocês, que seja o ano da vacina e que possamos ter um pouco de normalidade nesses 365 novos dias.

*Antonio Rodríguez, 17, estudante e poeta nas horas vagas (e algumas ocupadas também). Apaixonado pela vida, faz o máximo para transformar tudo em poesia. Mantém o Instagram @a.poetizando.me

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