Denúncia de propina entra na pauta das manifestações

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Luta dos povos indígenas contra o PL 490 também apareceu em cartazes e discursos

Da Redação

Nova manifestação contra o governo de Jair Bolsonaro (sem partido) neste sábado (3) voltou a reunir milhares em Londrina. Na avaliação de participantes, o ato foi tão grande quanto os anteriores, realizados em 29 de maio e 19 de junho, com cerca de 1,2 mil a 1,5 mil participantes. Além das pautas recorrentes, por vacina, auxílio emergencial de R$ 600 e a saída do presidente, a denúncia de pedido de propina para a compra de imunizantes contra a covid-19 e a luta indígena contra o PL 490 surgiram em discursos e cartazes.

Um integrante do Comitê Unificado Londrina avalia o movimento como crescente e acredita que a pauta da suposta propina para compra da vacina indiana Covaxin fortalece os atos. “Estamos fazendo, estamos crescendo e conquistando cada vez mais e mais população”, avalia.

Apesar de pacífico, o ato registrou momento de tensão entre participantes e dois apoiadores bolsonaristas que adentraram à marcha sem máscaras e com uma caixa de som. Houve confronto contido pelos próprios manifestantes.

Confira nas fotos de Isaac Fontana:

Em Maringá, o escritório do deputado federal, Ricardo Barros (PP), líder do governo Bolsonaro na Câmara, foi alvo de protestos. Manifestantes jogaram bexigas cheias de tinta vermelha e atearam fogo em um boneco representando o presidente em frente ao prédio.

Confira fotos:

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