Maringá está mais perto de ter Conselho LGBTQIA+

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Projeto do executivo foi aprovado em primeiro turno por 10 votos a 3; em Londrina, só 5 dos 19 vereadores apoiam projeto semelhante

Nelson Bortolin

Foto em destaque: Sharon McCutcheon/Unsplash

Por 10 votos a 3, a Câmara de Vereadores de Maringá aprovou em primeiro turno, na terça-feira (17), o projeto de lei do Executivo que cria o Conselho Municipal dos Direitos LGBTQIA+. A sessão foi presencial e contou com a participação de militantes que pressionaram pela aprovação da proposta. Ela ainda terá de passar por uma segunda votação.

Segundo o Portal O Fato Maringá, a expectativa da comunidade LGBTQIA+ não era das melhores, uma vez que, em 13 de julho, por 7 votos a 5, os vereadores maringaenses haviam rejeitado projeto de lei que permitia o uso do nome social aos servidores no exercício de suas funções.

Resta saber se os vereadores vão manter suas posições nesta quinta-feira (19) quando o projeto volta à pauta. Nas redes sociais, grupos conservadores estão convocando a comunidade para ir ao Legislativo pressionar contra a proposta.

A Câmara Municipal de Londrina também conta com um projeto de lei em tramitação que cria o Conselho dos Direitos LGBTQIA+. Mas, conforme mostrou a Lume em reportagem publicada dia 20 de julho, a proposta só conta com o apoio de 5 dos 19 vereadores.

Nem mesmo o líder do prefeito Marcelo Belinati (PP) no Legislativo, o vereador Fernando Madureira (PTB) apoia o projeto.

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