Um Rio de Imagens – retrospectiva fotográfica carioca

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O Rio de janeiro, fevereiro e março que vai o Sol de fevereiro, mês atípico e sem Carnaval, com a avenida colorida somente pela iluminação em led, com a tristeza dos blocos da solidão e pé no chão. Entram as águas de março fechando o verão. Promessa nas vacinas e consciência coletiva.

O ano começou com uma sexta ensolarada. O ano sextou, chegando ao dezembro seguinte sextando novamente. Foi um ano completo com raios, arco-íris, temporal, Sol, Lua cheia, voo de biguás, névoa e chuva, projeção e homenagem no Cristo. Um jovem senhor que encima o Corcovado há 90 anos, abençoando à Guanabara…. ufa!

Foi um ano e tanto, intenso em que a Cidade Maravilhosa se mostrou em todos os seus aspectos, ângulos. O Rio de janeiro passou um ano vivaldiano. Agradou a Ruys, Heloísas e a Pasquales. A Calcanhotos e a Vinícius. A Chicos e Joaquins Ferreiras. A Tons e meio tons da paleta Divina. Agradou a cariocas e amantes do Rio. O Rio fez o que melhor sabe fazer: só (Rio) de janeiro a janeiros, “ jadineiramente Rio drummoniano”.

O Rio, poesia pura nos versos de Oswaldo Orico: “…A curvatura azul da Guanabara./É assim, oh!, viandante deslumbrado!,/Que vês, de longe, sobre o Corcovado…”

Vem Rio 2022 que te quero ver lindo!

Janeiro
Fevereiro
Março
Abril
Maio
Junho
Julho
Agosto

Setembro
Outubro
Novembro
Dezembro

*Carlos Monteiro, 62, é cronista, jornalista, fotógrafo e publicitário carioca. Flamenguista e portolense roxo, mas, acima de tudo, umapaixonado pela Cidade Maravilhosa.

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