Minha tataravó pariu Dona Santina, que pariu Ana, que pariu Santina, que me pariu.
Minha bisa pariu Isidora, que pariu o Manoel, que casou com Santina e me pariram.
Minha irmã Sonia pariu Juliana, Mariana e Luciana, que pariu Aurélio, que me pariram irmão e tio.
Dona Maria pariu Marli. Dona Rosa pariu Márcio.
Fernanda pariu Flávia.
Dona Rosina pariu Mônica.
Norma pariu Márcia.
Rosicler pariu Leili.
Terezinha pariu Fran.
Outros ventres sagrados pariram Cassia, Maria Eugênia, Tania, João, Patrícia, Erminia, Piau, Emerson, Gabriel, Silvana, Lu, Claudia… que me parem o sentido da amizade…
Dona Mania pariu Clarice. Dona Canô pariu Bethânia e Caetano. Dona Maria Amélia pariu Chico. Dona Morgada pariu Adriana Calcanhoto. Outros tantos ventres pariram outros tantos, que pariram em mim música e poesia.
Assim vou nascendo e renascendo a cada dia, fruto de generosidades, resistências e afetos.
Gratidão a toda força que me faz nascer e renascer a cada dia! Minas geradoras de ser.
Feliz Dia das Mães ❤️
*Régis Moreira, Comunicólogo Social e Gerontólogo, doutor pela ECA (USP) em Ciências da Comunicação, docente do Depto de Comunicação da Universidade Estadual de Londrina (UEL), onde atua como pesquisador na área de comunicação, envelhecimento e gênero. Pesquisador do Observatório Nacional de Políticas Públicas e Educação em Saúde.
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