Entregas podem ser feitas em três pontos da cidade até quarta-feira, dia 8

Da Redação

Foto em destaque: Ricardo Stuckert/PR/Agência Brasil

A Secretaria Municipal de Defesa Social, por meio da Coordenadoria Municipal de Proteção e Defesa Civil (Compdec) de Londrina, deu início a uma campanha de arrecadação de donativos para as vítimas das chuvas no Rio Grande do Sul. O objetivo é contar com a solidariedade dos londrinenses para ajudar as famílias afetadas que no momento precisam de todo tipo de ajuda humanitária.

As pessoas que puderem contribuir poderão levar mantimentos não perecíveis, roupas, produtos de higiene, água potável, produtos de higiene pessoal aos pontos de arrecadação. As doações podem ser feitas pessoalmente até a próxima quarta-feira, dia 8 de maio.

A Defesa Civil Municipal disponibilizou três pontos para a coleta: a sede administrativa da Guarda Municipal, localizada na rua Joaquim de Matos Barreto, 333, às margens do Lago Igapó 2; a base operacional do órgão, situada na rua São Jerônimo, esquina com a avenida Jorge Casoni (ambas podem receber doações a qualquer hora do dia) e a Base Móvel da GM, ônibus caracterizado que atua diariamente no Calçadão, na esquina das avenidas Paraná e São Paulo, diariamente das 7h às 18h.

Foto: Bruno Amaral/Defesa Social Londrina

 

O coordenador-geral da Defesa Civil Municipal, Coronel Pedro Ramos, pede para que a população colabore. “Estamos todos solidarizados com essa situação que nossos irmãos estão passando lá no Rio Grande do Sul. Por isso estamos fazendo essa força-tarefa a fim de levarmos um pouco de ajuda para quem mais precisa. Unidos nós conseguiremos fazer a diferença para amenizar um pouco a dor daqueles que estão necessitados”, frisou.

(Com informações do N.Com)

Número de mortes sobe para 78

De acordo com matéria da Agência Brasil publicada neste domingo (5), 844.673 foram impactadas até o momento pelas chuvas fortes que atingem o Rio Grande do Sul desde a semana passada.  O boletim mais recente da Defesa Civil – divulgado às 18h  – indica que há 78 mortes confirmadas e pelo menos mais quatro em investigação. O número de feridos é de 175 e há 105 desaparecidos.

Por causa do mau tempo, 134.331 pessoas tiveram de abandonar as casas em que vivem, sendo que 115.844 estão desalojadas e outras 18.487 vivem em abrigos. Dos 497 municípios gaúchos, 341 foram afetados por alguma ocorrência relacionada às chuvas.

A última catástrofe ambiental no Rio Grande do Sul foi em setembro de 2023, quando 54 pessoas morreram depois da passagem de um ciclone extratropical.

Agora, o total de mortes está bem acima do anterior e é considerado por autoridades como o pior desastre climático da história gaúcha.