Seminário e campanha marcam aniversário da lei e também os dias Internacional e Nacional da Pessoa Idosa

Fonte: Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania

Foto: Clarice Castro – Ascom/MDHC

Envelhecer é o nosso futuro – O Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC) realiza nesta terça-feira (3), dia Internacional e Nacional da Pessoa Idosa, o Seminário: Envelhecer é o nosso futuro: 20 anos do Estatuto da Pessoa Idosa.

Junto com a Secretaria Especial de Comunicação Social da Presidência da República (Secom), o ministério começa a divulgar os conteúdos da campanha de mesmo nome. O objetivo é dar visibilidade – por meio de cards, vídeos nas redes sociais e reportagens especiais – às ações voltadas para essa parcela da população.

Como parte da campanha, o governo publica a edição comemorativa do Estatuto, atualizado e em formato digital que já está disponível para o acesso da população. Clique aqui para baixar.

Para o secretário nacional dos Direitos da Pessoa Idosa, Alexandre da Silva, ao longo dos 20 anos do Estatuto o Brasil permitiu que mais pessoas pudessem envelhecer com mais saúde e tranquilidade. “Hoje vemos um aumento substancial da presença de pessoas idosas na composição da nossa sociedade e isso traz a felicidade de entender que as políticas públicas vigentes foram capazes de garantir saúde, assistência social e participação para que muitas pessoas pudessem envelhecer”, explica o gestor.

Além dos conteúdos digitais, a campanha irá contemplar, nas próximas semanas, uma série de reportagens em texto no site do MDHC de valorização da pessoa idosa, destaque dos principais avanços do Estatuto da Pessoa Idosa e das realizações do governo federal voltadas a esse público e no combate a violações de direitos.

Alexandre da Silva ressalta ainda que a campanha é uma oportunidade de chamar atenção da sociedade para compreender novas perspectivas. “Precisamos entender o nosso cenário atual do envelhecimento, conhecer novas soluções, resgatar soluções vindas de grupos específicos, dos nossos mais velhos, das nossas ancestralidades, mas também compreender novas demandas de um mundo cada vez mais conectado, das novas relações de trabalho, de pessoas de várias gerações”, pontuou.

“A longevidade está cada vez mais presente em nosso país e é importante que a gente possa garantir para as pessoas que estão envelhecendo, não só a vitalidade, mas também um propósito de vida renovado”, diz Alexandre da Silva.

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Envelhecer é o nosso futuro