Documento ainda mostra estatísticas atualizadas e as reinvindicações do Movimento Justiça Por Almas – Mães de Luto em Luta
Nelson Bortolin
O menino de 15 anos que foi morto pela PM com 15 tiros, provavelmente confundido com um chefe de quadrilha. Outro de 17 anos que foi atingido por uma bala ricocheteada no chão por um policial fora de serviço. E morreu. E a história de um homem que foi morto por engano. A polícia, na verdade, estava atrás do irmão dele. Estas são algumas das 27 histórias de jovens mortos pela polícia ou guardas municipais na região de Londrina, reunidas -no dossiê A letalidade policial em Londrina e no Paraná -Movimento “Justiça por Almas – Mães de Luto em Luta”.

Além das histórias contadas emocionalmente pelos familiares, há uma série de estatísticas atualizadas sobre as mortes decorrentes de intervenção policial na cidade e no estado, as reinvindicações do Movimento e ainda uma fundamentação jurídica elaborada pela assessoria jurídica do Movimento Nacional dos Direitos Humanos (MNDH).
O dossiê está sendo enviado pelo movimento Justiça por Almas a todas as autoridades estaduais e nacionais, tendo já sido entregue pessoalmente ao ministro dos Direitos Humanos, Silvio Almeida.
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