Dia de finados
Por Carlos Monteiro* No dia dois de novembro é celebrado o Dia dos Fiéis Defuntos, Dia dos Mortos ou, como é mais conhecido, o Dia de Finados que, na etimologia da palavra, quer dizer algo que findou. A origem da data remete ao século II, quando alguns cristãos rezavam pelos falecidos e visitavam seus túmulos
Tá liberado, tá tudo liberado!
Por Carlos Monteiro* No país do entrudo, não liberar os ensaios das Escolas de Samba é quase um sacrilégio, afinal, no clima festivo tupiniquim, levamos a vida a base do samba, futebol, cerveja e amanhã seu Zé, se acabarem com seu Carnaval? O alcaide liberou! Dia primeiro de novembro, véspera do Dia de Finados, ‘tá’
E por falar em saudade onde anda você…?
Por Carlos Monteiro* Na segunda passada, há 107 anos, no longínquo século passado, exatamente em 1913, brotou, no bucólico bairro do Jardim Botânico – à época Gávea, nosso “Poetinha Maior”, Vinícius de Moraes. Germinou em terreno fértil e musicalmente propício: pai, poeta e violinista amador e mãe pianista. Aos três, foi para Botafogo viver na
Ô abre alas
Por Carlos Monteiro* Considera-se o início da música popular a partir de 1550. Quando os portugueses aportam em terras tupiniquins, já encontram manifestações musicais perante os nativos. Francisco de Vacas, português morador da Capitania do Espírito Santo, é considerado “o primeiro músico de renome e da maior importância na evolução da música popular brasileira”. Citado
Todo poeta tem sua musa inspiradora
Por Carlos Monteiro* Musas; quem são essas figuras mitológicas e encantadoras? O nome vem do grego “mousa” – poema. Habitavam o templo de “Museion”, que deu origem à palavra ‘museu’, local onde se incentiva e preserva arte e ciência. Tinham a capacidade de inspirar a criação em sua essência. Filhas de Mnemósine – “Memória” e
Pleonasmos e redundâncias?
Por Carlos Monteiro* Ah, esses vícios de linguagem: curiosos, grotescos, engraçados e até permissivos. Quando literários são chamados de ‘licença poética’. Os exemplos são maravilhosos: “…E rir meu riso e derramar meu pranto…”. Vinicius de Moraes é pura poesia em “Soneto da felicidade”, ou Pessoa em “Mensagens”; “…Ó mar salgado, quanto do teu sal são
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