Me dê motivos
Por Carlos Monteiro* Com a dádiva de Oxalá, a sagração de Bragi, Apolo, Calíope, Érato, Euterpe, Polímnia e Terpsícore. Com as bênçãos de Homero, Camões, Shakespeare, Pessoa e Neruda. Com a bendição de São João da Cruz, peço licença poética para dar uns pitacos nessa tal de sutil metáfora subliminar. O que será que me
A borboleta amarela
E assim, do nada, eis que pousa em mim uma borboleta amarela. Seria àquela que, com seu bater de asas, criou um furacão na costa americana…
Poeminha
Por Carlos Monteiro* O Rio amanheceu! Ria, soRia Rio! Amanheceu notícia internacional. “Alô, alô, Repórter Esso! Alô, Marciano!” “O Primeiro a dar as últimas e testemunha ocular da história”. O Rio amanheceu Repórter Esso! Amanheceu poema. Amanheceu Prometheus! Saiu dos braços de Morpheus! “Espíritos poderosos devem ser convocados apenas pelos mestres que os dominam”.
Domingou
Por Carlos Monteiro* Linda, no que se apresenta, o triste se ausenta… É, o Mestre Cartola cantarolando lá do céu em versos. Ele dá um bom-dia à Cidade Maravilhosa. O ‘céu quase de brigadeiro’ se mantém firme e forte, nada teme, deixando o ciclorama límpido, translúcido, fluido. Apenas uma teimosa stratus se faz presente para
Um Rio balzaquiano
Por Carlos Monteiro* Os dias no Rio têm amanhecido com um certo ar de mistério, empoderados, maduros, lindos, absolutamente reais. Bem capaz de ser uma forma de homenagear Honoré de Balzac, quando se completam 175 anos desde que nos deixou em 18 de agosto de 1850 a caminho de Aruanda. Alvoreceres balzaquianos, um “Le Lys
Viajante – primeira parte
Por Carlos Monteiro* No finalzinho dos anos 1970 e nos idos entre os anos 1980 e 1990, quando estava à frente da área de comunicação de um player do segmento têxtil, viajava muito país afora. Passava a semana fora retornando às sextas-feiras. Para ‘ganhar tempo’, usava uma tática simples: chegar à capital do estado visitado
A natureza chora
Por Carlos Monteiro* São sóis nascidos, houve até dias nublados ou de chuva mas, o Astro-Rei está lá e sempre estará. Nos tempos da pandemia aprendi muita coisa com a natureza. Conheci a migração das aves. Os biguás, naquele ano, ficaram até mais tarde sobrevoando o Cristo e o Pão de Açúcar num vai e
Arquivos
- julho 2026
- junho 2026
- novembro 2025
- outubro 2025
- setembro 2025
- agosto 2025
- julho 2025
- junho 2025
- maio 2025
- abril 2025
- março 2025
- fevereiro 2025
- janeiro 2025
- dezembro 2024
- novembro 2024
- outubro 2024
- setembro 2024
- agosto 2024
- julho 2024
- junho 2024
- maio 2024
- abril 2024
- março 2024
- fevereiro 2024
- janeiro 2024
- dezembro 2023
- novembro 2023
- outubro 2023
- setembro 2023
- agosto 2023
- julho 2023
- junho 2023
- maio 2023
- abril 2023
- março 2023
- fevereiro 2023
- janeiro 2023
- dezembro 2022
- novembro 2022
- outubro 2022
- setembro 2022
- agosto 2022
- julho 2022
- junho 2022
- maio 2022
- abril 2022
- março 2022
- fevereiro 2022
- janeiro 2022
- dezembro 2021
- novembro 2021
- outubro 2021
- setembro 2021
- agosto 2021
- julho 2021
- junho 2021
- maio 2021
- abril 2021
- março 2021
- fevereiro 2021
- janeiro 2021
- dezembro 2020
- novembro 2020
- outubro 2020
- setembro 2020
- agosto 2020
- julho 2020
- junho 2020
- maio 2020
- abril 2020
- março 2020
- fevereiro 2020
- janeiro 2020
- dezembro 2019
- novembro 2019
- outubro 2019
- setembro 2019
- agosto 2019
- julho 2019
- junho 2019
- maio 2019
- março 2019
- fevereiro 2019
Calendar
| S | T | Q | Q | S | S | D |
|---|---|---|---|---|---|---|
| 1 | 2 | |||||
| 3 | 4 | 5 | 6 | 7 | 8 | 9 |
| 10 | 11 | 12 | 13 | 14 | 15 | 16 |
| 17 | 18 | 19 | 20 | 21 | 22 | 23 |
| 24 | 25 | 26 | 27 | 28 | 29 | 30 |
| 31 | ||||||
