Pelas estradas da vida ou Caminhando e cantando, cantar é buscar o caminho
No começo me punha como observador, depois passei a interagir de forma sociológica e por fim já fazia parte do time
Pelas estradas da vida ou moto contínuo a cor da cidade (primeira parte)
Vamos viajar na garupa leve do vento macio. Em tempos de viagem rodoviárias, tinha o hábito de, no fim da tarde, me deslocar para a cidade que visitaria no dia seguinte
Leonam, o sol te aplaude
Por Carlos Monteiro* (Em homenagem a Carlos Leonam, a foto em destaque na crônica de hoje é um pôr-do-sol no Rio de Janeiro) O astro-rei nunca recebeu homenagem tão merecida em seu ocaso. Numa tarde de semana de verão Rio 40 graus , nos idos de 1968 – o ano que não terminou – lá
Contas um conto? (segunda parte)
Por Carlos Monteiro* (…continuação) Essa história de “gato que mia não arranha”… vai que ele não conhece o aforismo. Essa agonia levou uns cinco ou seis minutos. O prédio não tinha vigia, era tarde para bater no apartamento da síndica, talvez chamar Buscas e Salvamentos dos Bombeiros fosse uma solução. Preferi descer e tomar uns
Contas um conto? (primeira parte)
Quem nunca passou por situações inusitadas, algumas sem pé nem cabeça? Algumas curiosas, outras engraçadas. Aquelas constrangedoras…
Você sabia?
Que o peso total de todas as formigas na Terra é comparável ao peso de todos os seres humanos do Planeta?
A primeira alvorada a gente nunca esquece
Em um longínquo setembro de 1978, trabalhando para a revista O Cruzeiro, recebi a pauta fotográfica do editor de fotografia: clicar Adelzon Alves para uma matéria sobre seu programa na Rádio Globo, ‘Amigo da madrugada’, que aniversariaria dali quatro dias
Com mais de trinta
O dia amanheceu com um certo ar de mistério, empoderado, maduro, lindo, absolutamente real. Bem capaz de ser uma forma de homenagear Honoré de Balzac
A Cidade Maravilhosa é linda
A Cidade Maravilhosa é linda, faceira e encantadora; alguém pode contestar isso? A mais bela do planeta, será exagero?
No balanço do tempo rei
Temos todo tempo do mundo? Ganhamos ou perdemos tempo, o tempo? O tempo presente ou o tempo que passou; tempo perdido?
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