Rio 459
Carlos Monteiro presta uma homenagem gráfica aos 459 anos do Rio de Janeiro Por Carlos Monteiro* *Carlos Monteiro é cronista, jornalista, fotógrafo e publicitário carioca. Flamenguista e portolense roxo, mas, acima de tudo, umapaixonado pela Cidade Maravilhosa.
Reclame aqui* – parte 2
Histórias são vividas e vívidas em nossa memória. Não, necessariamente, vivenciadas diretamente. Muitas vezes são histórias conhecidas de outros Carnavais
Reclame aqui* – parte 1
“Veja, ilustre passageiro, / o belo tipo faceiro / que o senhor tem ao seu lado. / No entanto, acredite / Quase morreu de bronquite /Salvou-o o Rum Creosotado”
Direto da redação
As redações não são mais românticas. Perderam um certo élan. Lembro da minha primeira vez, a gente nunca esquece
Tô me guardando para o carnaval
Tô me guardando pros dias de folia e de brincadeiras, tô me guardando para pôr meu bloco na rua, cheio de simpatia e muito amor, cheio de fogo e paixão e se me imprensar eu gamo, mas auto lá: não é não!
Não pouparam nem o Nelson
Não andam poupando ninguém, nem vivos nem mortos, pelo Rio de Janeiro. Desta feita, foi batata: levaram o busto do Anjo Pornográfico que encimava seu túmulo no cemitério São João Batista
Alguma coisa acontece
Por Carlos Monteiro* O coração pulsa, ainda pulsa, pulsa mais forte percebendo as quatro estações que acontecem em um mesmo dia, algumas vezes, ao mesmo tempo. É a cidade de Adoniran com raios e trovoadas, um arco-íris encantador, o sol pungente refletido na massa de vidro e aço e a garoa que teima em salpicar
Convenção da bicharada – parte 2
Com todo respeito aos equinos, mas o homem vem se mostrando uma mula, um burro, um asno tal a quantidade de equívocos tomados para com a natureza
Convenção da bicharada – parte 1
Era uma vez, numa floresta distante ‘pra’ burro, onde se reunia a bicharada provinda da Arca de Noé para sua convenção anual
Oh raios!
Por Carlos Monteiro* O dia entardeceu com a ira de Iansã. Foram muitos, foram tantos raios que assustaram. Havia um certo medo no ar, um certo receio. Em cada movimento da força que, encima a montanha mais doce e afetuosa da cidade, uma luz intensa banhava a Guanabara. O Cristo, em seus braços abertos, protegia e açambarcava a Cidade
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