<strong>Bruta Flor</strong>
Vem chegando o verão. Ao que tudo indica, neste ano tão atípico, bypassará a ‘Prima Vera’, chegará-chegando mais caliente que nunca
Rogai!
Peço licença ao “Poetinha Maior”, peço licença para uma paráfrase. Vinícius escreveu “Oração a Nossa Senhora de Paris” e “Dia da Criação”. Quero escrever a ti, Nossa Senhora Aparecida do Brasil em oração, exortar meu desejo por dias melhores. O poeta há de me perdoar por tal pretensão
Bituca, dois rapazes latino-americanos e um parisiense carioca
Milton, nascido-nascimento tijucano, se tornou três-pontano. Antônio Carlos Belchior, nascido sobralense, cantou as velas que aportam no Mucuripe, como uma ode a Fortaleza. Nasceram para o mundo e viveram em turmas distintas.
Almoxarifado de Deus
Reza a lenda, segundo Monteiro Lobato, que Deus ao criar o mundo, montou seu almoxarifado de belezas naturais no Rio de Janeiro.
Eu vos declaro
Quero te fazer uma declaração de amor pública para que todos saibam, abertamente, o quanto eu te amo, o quanto eu te quero diariamente, não dessas piegas, cheias de lugares-comuns, frases feitas ou absolutamente sem sentido do tipo “saudades do que não vivemos”.
Lizzie
Era uma garota, que como eu, amava os Beatles e os Rolling Stones. Amava tanto que não perdeu tempo e foi cantar com os rapazes de Liverpool. Gravou com os meninos de Abbey Road, “Across the Universe”. “…Jai guru deva. om./Nothing’s gonna change my world…”. (Glória ao maestro do Universo/Nada vai mudar meu mundo).
Gentileza gera gentileza
O Profeta Gentileza e sua delicadeza em flores astrais, físicas e espirituais, distribuídas e semeadas, ao longo de anos, pela Cidade Maravilhosa e terras de Araribóia, foi telúrico, metafórico e visceral. Mostrou ao Rio de Janeiro que se quisermos “Celacanto não provoca maremoto”, não provoca sismos, não provoca guerras. Muito pelo contrário, a gentileza é agente provocadora de paz e gratidão… era José Agradecido.
Para minha mãe
A todos que voltaram a olhar pelos seus olhos e ensinamentos Por Carlos Monteiro* A Margarida Monteiro, minha mãe, que me ensinou, desde sempre, que há luz no mais profundo silêncio e que é possível enxergar com ‘olhos’ de ver.
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